Não sei se fiz o que faço
nem sei se faço o que fiz.
Não sei se aumento o passo
ou volto a minha raiz.
Fazendo o passo que faço
não passo de um infeliz.
Moita
Vou citar o autor pra atender a Ledinha. rss
A MOITA DO MOITA
Eu só não quero é ter remorso.
5 Comments:
O comentário depende da autoria. Se o autor é você, uma coisa; se não é, outra. Afinal, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Porém, certamente erraremos muito e sempre. E aprenderemos muito e sempre. E consertaremos se deixarmos de lado a preguiça e se conseguirmos. A vida é assim: escorregadia.
O autor sou eu mesmo, Ledinha. rss
Moita, alguns conselhos pra vc:
1. consulte seus diários para saber se fez ontem o que faz hoje. Geralmente sofremos mutações ao longo do tempo. Portanto, mudanças são prováveis.
2.Muito difícil qualquer volta, mas sempre se pode contemplar a raiz. Apenas contemplar pq, como disse o Cazuza, o tempo não para.
3.Vc não tem vocação para a infelicidade, mas sempre pode mudar o passo. E olhar para os lados e enxergar muito mais.
Vou abrir um consultório sentimental. É uma boa ideia?
Gente! Que ótemo! É o mesmo blog!
Achei que só eu seguia na peleja.
Moita.
Versos intrigantes. O ir e vir, voltar e seguir, é sempre uma delicada decisão.Teu poetar de hj nos remete a vários caminhos e um deles, é que não devemos ter "remorso" jamais c vc sempre afirma e eu assino em baixo.
Beijos Poéticos.
;***
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